A importância de uma boa nutrição durante a gravidez

Uma alimentação nutritiva é sem dúvida muito importante para a mulher grávida. Embora seja indesejável um excessivo aumento de peso (mais do que 16 a 18 kg), a gravidez não é tempo para dietas.

A futura mãe deve comer o bastante para não sentir fome, mas evitar os alimentos que enchem mas não são muito nutritivos. Uma dieta equilibrada, com muito leite, carne, fruta, cereais, verduras e queijo, representando cerca de 2500 calorias diárias, constitui um bom regime alimentar para a mãe e o feto. O excesso de gorduras que a mulher acumule nos seus tecidos será utilizado na produção de leite quando amamentar o seu filho.

A II Guerra Mundial proporcionou uma experiência natural sobre alimentação em diversos países. Na Holanda, por exemplo, onde os alimentos escassearam aquando da ocupação alemã, houve mais crianças prematuras e nado-mortas do que o habitual, e os recém-nascidos eram pequenos. Quando a guerra terminou, no entanto, as estatísticas voltaram ao normal. Atualmente, verificam-se factos semelhantes nos países subdesenvolvidos em que a alimentação é pobre.

Ter um bebé é prejudicial para a figura?

Após o parto, o apetite da mulher — que geralmente aumenta durante a gravidez — volta habitualmente ao normal. Embora as mães que amamentam necessitem de comer mais para que o seu organismo não seja privado de nutrientes importantes, não precisam de aumentar 1 g. De facto, a maioria consegue voltar ao seu peso anterior sem necessidade de dietas.

Os seios podem pender se não usarem um bom soutien. O umbigo saliente, típico dos últimos meses antes do parto, em breve volta ao seu lugar.

 

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